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28 de novembro de 2012

As coisas que não existem mais...


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Hoje olhei para meu mouse e me lembrei..."putz, eu tinha que tirar esta bolinha e limpar".

Mas faz tempo que o mouse é óptico e no começo eles eram tão caros.

Em tinha que mandar lavar o carro por baixo e colocar anti ferrugem, pois antigamente os carros enferrujavam muito ( em Santos pelo menos ), tanto que eu nem transferia o carro para cá, deixava com endereço da casa da minha mãe no interior para conseguir vendê-lo depois, pois ninguém comprava carros que eram do litoral.

Meu primeiro carro ( que eu comprei ) foi uma Brasília. Depois eu conto o porquê de eu ter comprado um carro 6 anos mais novo que eu, mas o fato é que a maldita tinha 2 carburadores... e eles tinham que ser limpos.

Eu tinha que trocar meu cartão do banco quase todo mês porque ele desmagnetizava.

Eu tinha que comprar caixas de disquete Verbatim, todo mês na empresa que eu trabalhava, para fazer backup e quando eu iria verificar eles estavam mofados e os dados perdidos.


Eu sabia de cor o telefone das pessoas porque não estavam na memória de um celular.

Alias eu tinha uma agenda eletrônica, com bateria dupla para evitar que eu perdesse os dados que estavam nela.

Tive que ligar varias vezes para o pager do "cara" que consertava o computador e ele nunca me retornava.

Tinha que pedir ajuda para mover um monitor de lugar porque era monstruoso e pesado.

Para acessar a internet eu tinha que instalar um CD FDP morfético da AOL no computador que depois travava tudo e tinha que reinstalar o Windows.

Tive que fazer planilha no Q-Pró.

Tinha que desligar o Atari porque aquecia demais.

Tinha que chamar meu pai para subir no telhado porque tinha ventado e a antena tinha "virado" e a Machete não estava pegando.

Na casa da minha avó, eu ligava a TV e esperava ela "esquentar".

Eu tinha medo da panela de pressão porque ela não tinha válvula de segurança e explodia.

Eu andava de moto sem capacete na cidade.

Cinto de segurança era só utilizado em rodovias.

Eu colocava o tênis molhado atrás da geladeira para secar.

Também colocava meia calça no congelador para demorar para desfiar.

Colocar a mão dentro do congelador fazia o esmalte da unha secar mais rápido.

Minhã mãe colocou pó de café no meu ferimento para parar de sangrar.

Quando eu era criança, eu esperava com ansiedade a próxima propaganda do Hollywood, pois sempre tinham uns quadriciclos, jet ski, barcos estranhos e música americana.



Eu usava a caneta para rebobinar fita cassete, colocava durex no canto da fita para gravar em cima.

E mais um zilhão de outras coisas que me dão saudades, mas de limpar a bolinha do mouse eu não tenho saudade alguma.

2 comentários:

Sara Dyenne disse...

Hummm, tenho menos de 30 a algumas coisas da lista eu me lembro de fazer.

Maela disse...

Olá Sara!
Fez eu me sentir mas nova!
Thank´s!

kkkk